terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Antônio Andrade: “Luiz Gonzaga está vivo”


Confira fotos e entrevista de Antonio Andrade na comemoração do centenário do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, em Vitória da Conquista neste último dia 13.

FOTOSENTREVISTA 

Curta “O Homem que Cantou as Aves do sertão”

Produção de estudantes do V semestre do curso de Cinema da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), premiado no Festival competitivo “CeluCine", da Associação Revista do Cinema Brasileiro, na categoria Animação.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Conquista vai sediar o III Congresso Nacional do Cangaço



Nesta terça-feira, 11, foi apresentado o projeto do III Congresso Nacional do Cangaço, que acontecerá em outubro de 2013, em Vitória da Conquista, com o tema Sertões: Memórias, Deslocamentos, Identidades. O congresso tem a finalidade de promover o diálogo entre historiadores e pesquisadores de outras áreas de conhecimento.

A participação de estudiosos de diversos estados brasileiros vai contribuir para articular as discussões que estão sendo desenvolvidas em outros lugares do país e do mundo, em relação ao cangaço e a outras temáticas relacionadas à região e a seus habitantes. Para o professor da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Marcílio Falcão, a escolha do município para sediar o evento foi acertada. “Aqui em Vitória da Conquista eu percebo uma força cultural muito grande”.

O secretário de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, Gildelson Felício, sinalizou a disponibilidade de apoio da Administração Municipal. “Nós vamos ver no que podemos ajudar e temos a intenção de contribuir da melhor forma possível”. (Fonte: Secom PMVC)

sábado, 8 de dezembro de 2012

A arte nordestina em palavras


Estamos vivendo o centenário de Gonzagão e neste momento mais uma obra dedicada à cultura popular nordestina. Nós temos Luiz Gonzaga como o ícone, referência principal quando se trata da defesa das nossas tradições, das nossas raízes históricas e identidade.
No embalo do pássaro Asa Branca, Gonzagão percorre o mundo, inclusive a versão musical da Asa Branca por grupos de jovens artistas japoneses e coreanos.


quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Você sabe o que é Cavalo Marinho?


O Cavalo Marinho é um folguedo cênico brasileiro, típico da Zona da Mata Setentrional de Pernambuco, Alagoas e agreste da Paraíba. O auto integra o ciclo de festejos natalinos, e presta homenagem aos Reis Magos. As apresentações se processam ao som da orquestra conhecida como banca, composta de rabecas, ganzás, pandeiros e zabumbas. O folguedo se desenvolve em torno de 70 atos, durante toda uma noite, e possui dezenas de personagens, dentre humanos, animais e seres fantásticos. No decorrer da apresentação, os brincantes - tradicionalmente todos homens - assumem diferentes papéis, mediante a troca de roupa ou de máscara, com exceção dos negros Bastião e Mateus, que permanecem os mesmos durante todo o espetáculo. O auto reúne encenações, performances circenses, coreografias, improvisos, ritmos folclóricos, toadas e poesias, além de uma série de danças tradicionais, tais como o coco, o mergulhão e a dança de São Gonçalo.


O espetáculo é narrado através da linguagem falada, da declamação dos loas e das toadas - como são conhecidas as estrofes poéticas que integram o enredo. Os personagens, de modo geral, interagem com o público presente, sobretudo Mateus e Bastião, que, constantes em todos os atos, tecem comentários satíricos sobre a apresentação em si, sobre os indivíduos do público, ou sobre quaisquer outros assuntos. Assemelha-se ao reisado, ao bumba-meu-boi e a outros folguedos brasileiros, bem como certas manifestações populares cênicas de Portugal, como o boi fingido e a nau-catarineta. Os brincantes, na execução do festejo, dão vivas a Deus, a Jesus, à Virgem Maria, a São Gonçalo e aos santos de devoção do dono da casa onde se processa a apresentação. A essas manifestações de religiosidade católica agregam-se os pontos em honra à Jurema, entoados pelo Caboclo, e certos elementos do Xangô do Nordeste.



Os personagens do auto refletem a sociedade colonial da Zona da Mata Nordestina: Mateus e Bastião, que trazem o rosto pintado de preto, representam a forte presença negra na empresa açucareira; o capitão, montado em seu cavalo, representa o grande latifundiário, dono do engenho; o soldado, subserviente ao capitão, é o elemento opressor a serviço do poder político; os galantes e as damas aludem à faustosa aristocracia que se desenvolveu em torno da cultura da cana. Outros personagens incluem o Caboclo - entidade catimbozeira que canta hinos em homenagem à Jurema -, o boi, a Catirina, esposa simultânea de Mateus e Sebastião, o Empata-samba, o Matuto da Goma, a Véia do bambu.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Caravana do Cordel em São Paulo



Durante os dias 6 (às 19h, com homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga), 7 e 8 (ambos a partir das 10h), a Caravana do Cordel leva para a biblioteca do Memorial da América Latina, em São Paulo, a feira de literatura de cordel, palestras, oficinas, exposição de xilogravuras, capas e folhetos de cordel, recital de poesia tradicional nordestina, cantorias literomusicais e lançamentos de livros.

Este ano, a caravana comemora é o seu IV Aniversário e a comemoração fica por conta do cantor Moraes Moreira, que se apresenta no encerramento, dia 8, a partir das 20 horas, na praça Cívica do Memorial com o show "Moraes Moreira, pé de serra", em que canta seus grandes sucessos, tais como Pombo Correio, Festa do Interior, Meninas do Brasil, Acabou Chorare, Ferro na Boneca e Dê um Rolê.