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Barbie inspirada em Maria Bonita

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Uma exposição chamada "Barbie pelo Mundo" exibe mais de cem bonecas raras, customizadas com trajes típicos, penteados e expressões de diferentes culturas. A exposição atrai fãs da boneca Barbie, de adultos a crianças, e corre por diversos países. Entre as bonecas, está uma cangaceira, a Barbie Maria Bonita, produzida especialmente quando a exposição foi instalada no Brasil, em 2008. A boneca Barbie foi criada em 1959 pela empresa norte-americana Mattel e, ainda hoje, continua entre os brinquedos mais desejados pelas meninas. Será que ninguém pensou em fazer o Ken Lampião?

Maria Bonita ganha papel principal

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Ela percorreu, por oito anos, os mais inóspitos cenários e lugares do Nordeste do Brasil, em meio aos cangaceiros do grupo de Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, seu marido. Aventura e ousadia que lhe renderam o posto de “primeira-dama” do cangaço nacional, e, exatos 101 anos depois de nascida, ela se tornou referência e inspiração para a cultura e comportamento de muitas mulheres nordestinas e brasileiras. Nesta quinta-feira, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a vida de Maria Bonita ganha as páginas do livro-reportagem A dona de Lampião, da jornalista e coordenadora de pesquisa do Jornal do Commercio, Wanessa Campos, que será lançado, às 19h, no Centro Cultural Correios, no Bairro do Recife. Formada há 30 anos, Wanessa passou boa parte da carreira no jornalismo em editorias dedicadas ao interior do Estado. Foi aí que surgiu o primeiro contato com as informações sobre o cangaço, que lhe chamaram atenção e se transformaram em foco de pesquisa à qual ela se dedica até hoje...

Um hino à mulher

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O Luz de Fifó homenageia a todas as mulheres com essa belíssima canção de Zé Ramalho e Otacílio Batista, que fica ainda mais linda quando é interpretada por Amelinha.

Elas ousaram: Maria Bonita

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Maria Bonita nasceu no Dia Internacional da Mulher. Hoje, ela faria 101 anos. A primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros. Assim foi Maria Gomes de Oliveira, conhecida como Maria Bonita. Nascida em 8 de março de 1911 numa pequena fazenda em Santa Brígida, Bahia e filha de pais humildes Maria Joaquina Conceição Oliveira e José Gomes de Oliveira, Maria Bonita casou-se muito jovem, aos 15 anos. Seu casamento desde o início foi muito conturbado. José Miguel da Silva, sapateiro e conhecido como Zé Neném vivia às turras com Maria. O casal não teve filhos. Zé era estéril. A cada briga do casal, Maria Bonita refugiava-se na casa dos pais. E foi, justamente, numa dessas “fugas domésticas” que ela reencontrou Virgulino, o Lampião, em 1929. Ele e seu grupo estavam passando pela fazenda da família. Virgulino era antigo conhecido da família Oliveira. Esse trajeto era feito com freqüência por ele. Era uma espécie de parada obrigatória do cangaceiro. Os pais de Maria Bonita go...

O dia em que Lampião se apoderou de Rita Lee

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Cordel de Christian Carvalho Cruz, com ilustração de J. Borges (xilogravura especialmente para ilustrar os versos abaixo)* Veje homi seu menino Sente que vou lhe contar Do dia que baixou Virgulino Em um palco feito altar Na Rita que não é a santa Mas moça boa no falar Antes contudo todavia Um bocado acabrunhado Peço a bença dos poetas Que nessa arte têm mestrado Não riam aqui deste mané Um patavina do Assaré Pois aquele um, o Virgulino É o próprio Lampião Falecido no Sergipe Sítio deste dramalhão E Rita é a Lee a negra ovelha Nossa mais digna pentelha Foi na Barra dos Coqueiros Sua cantoria derradeira Armou-se grande festa Pro adeus de uma roqueira Agora não venham os dotô Com essa chata choradeira Vocês conhecem essa cara Essa fala, esse cheiro Portanto se desespantem Com os modos de carroceiro Ela ficou só pouco mais fula Com o espírito do cangaceiro Quando a dita assombração Empreendeu sua manobra Ocupando ...

Cangaceira inspira romance histórico

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Na edição de segunda-feira (25), Dia do Escritor, o Caderno 2 do Jornal A Tarde (Caderno de Cultura) escolheu dentre os escritores baianos, o jequieense Domingos Ailton, para homenagear na data, com destaque de capa sob o título “Cangaceira inspira romance histórico – Vida de Anésia Cauaçu é contada por Domingos Ailton”. Na página central e na página 3 do citado Caderno, a reportagem assinada pelo jornalista Juscelino Souza, da Sucursal de A Tarde de Vitória da Conquista, se reporta a produção e ao processo de criação literária do escritor jequieense, a influência do estilo amadiano no seu trabalho ficcional e como Domingos Ailton escreveu Anésia Cauaçu, um romance histórico baseado em relatos orais, jornais da época em que viveu a cangaceira, pesquisas científicas, livros sobre Jequié e dissertações sobre o banditismo e o coronelismo na região. O romance, que pode ser adaptado para uma minissérie na televisão, revela que Anésia Cauaçu foi uma mulher que esteve à frente do seu tem...