quinta-feira, 17 de maio de 2012

Cinco anos sem Marinês


Inês Caetano de Oliveira nasceu na cidade de São Vicente Férrer no interior de Pernambuco. Ainda criança ela veio morar com os pais em Campina Grande, onde despontou para a música. As primeiras tentativas para se tornar uma cantora do rádio começaram no final da década de 1950, participando de concursos de calouros em um serviço de alto falantes do bairro da Liberdade.

Mas a primeira grande oportunidade veio através da rádio Cariri quando ela participou de um programa de calouros concorrendo com Genival Lacerda e os dois ficaram em primeiro lugar. Para participar desse concurso ela teve que mudar o nome para que os pais não soubessem que ela estava cantando no rádio (naqueles tempos a profissão de cantora não era bem vista). Foi quando surgiu Marinês.


No ambiente do rádio ela conheceu o sanfoneiro Abdias, com quem casou e formou um grupo de forró para tocar pelo nordeste.

Nestas andanças o grupo conheceu o rei do baião Luiz Gonzaga, que ficou encantado com o talento dela e decidiu apadrinhar o grupo. Com a proteção de Gonzaga eles chegaram no Rio de Janeiro, onde Marinês gravou os primeiros sucessos, e apresentou - juntamente com Abdias - um programa semanal de forró na Tv Tupi. O programa foi batizado por Chacrinha como “Marinês e sua gente”.


Do rádio para o disco, do disco para a tv, da tv para o cinema. Em 1957 Marinês foi convidada pelo diretor estreante Roberto Farias para participar do filme “Rico ri a toa”. Depois ela faria mais um filme com o mesmo diretor.

Com dezenas de discos gravados Marinês foi o primeiro grande nome da música regional nordestina a fazer sucesso em todo país, influenciando outras cantoras que surgiram depois dela, como é o caso da paraibana Elba Ramalho.

Vivendo boa parte da vida dela no Rio de Janeiro, a cantora nunca esqueceu Campina Grande (que ela considerava como sua verdadeira terra natal) e nos últimos anos antes de morrer viveu aqui na cidade.

Marinês morreu no dia 14 de maio de 2007 na cidade de Exú, pernambuco , vitimada por um AVC. Ela deixou dois filhos, Marquinhos – maestro, compositor e produtor musical - e Celso - produtor de eventos. O corpo da cantora está enterrado no cemitério Campo da Paz, em Campina Grande.

2 comentários:

claudinho arruda disse...

Sou Claudinho arruda, susico compositor e canto e quero expor a minha tristeza de não ter conhencido a grande catora marines mas fico felis e poder ver na tela do computador oque ela deixou de bom para o Brasil com a sua musica,
tenho certeza que onde ela estiver estarar muito bem e olhando pela musica popular Brasileira.

claudinho arruda disse...

Sou Claudinho arruda, musico compositor e canto e quero expor a minha tristeza de não ter conhencido a grande catora marines mas fico felis e poder ver na tela do computador oque ela deixou de bom para o Brasil com a sua musica,
tenho certeza que onde ela estiver estarar muito bem e olhando pela musica popular Brasileira.